Archive for the ‘Jornais, Rádios e TV’ Category

h1

Comunicação, Jornalismo e C&T – Setembro 2008

21 Outubro 2008

Sugestões de Leitura
Comunicação, Jornalismo e C&T

Setembro de 2008
  • Survey backs ‘intermediaries’ in science communication
    An international survey of more than 600 individuals engaged in integrating science into development policy has endorsed the role of “intermediary” organisations in enhancing communication between the scientific and policymaking communities.
  • Nuevo libro sobre periodismo científico en América Latina
    Se encuentra disponible el libro que compila las Memorias de las “Jornadas Iberoaméricanas sobre la Ciencia en los medios masivos: Los desafíos y la evaluación del periodismo científico en Iberoamérica”, realizadas en Santa Cruz de la Sierra (Bolivia), entre el 30 de Julio y el 3 de Agosto de 2007.
  • Regional journals can boost science capacity
    Regional journals are essential for building science capacity in the developing world, says Wieland Gevers. Building significant and sustainable science capacity in developing countries is an agenda that enjoys wide support. But how best to achieve it is still open to debate.
  • Lawmakers need good scientific information too
    Getting science into policymaking is challenging — but a recent workshop for African parliamentary researchers suggested new ways forward. Fidel Ayogu, a former member of the Nigerian Parliament, vividly remembers the day that money allocated by the government to build a new water supply to his constituency ran out — with the only half the work completed. The reason, he says, was simple.
h1

O jornalismo pode esconder os factos científicos

23 Janeiro 2008

 

How journalism can hide the truth about science

 

O processo científico é de longe menos linear do que a imagem que os media sugerem com a sucessão de descobertas que divulgam. Mas, uma simples reportagem pode distorcer os factos.

O retrato que os media fazem da ciência como sendo objectiva e auto-regulada é uma narrativa de arrogância, perpetuando a perspectiva de que a ciência é um processo de passos e descobertas lineares , não dando a noção das tentativas-erro que ocorrem pelo caminho.

O foco exclusivo para os produtos da ciência (a descoberta, a sua utilização e as suas implicações para a humanidade) cria expectativas irrealistas de que a ciência consegue sempre atingir os seus objectivos e quando são conhecidos publicamente os erros cometidos existe uma elevada quebra de confiança.

Contudo, existe forma de apresentar a ciência: com uma postura de humildade, dando ênfase ao facto de o conhecimento cientifico ser produzido através de processos continuados e aos caminhos errados muitas vezes percorridos que vão dar a becos sem saída. É por isso que é importante publicar os resultados negativos.

Se o jornalismo abordar a ciência desta forma, focará os processos, os métodos e as pessoas que envolvidas na construção do conhecimento. Se os redactores de ciência abordarem os temas de forma crítica e se tiverem um olhar mais profundo sob os processos e as pessoas envolvidas.A verdade é que a maior parte desses processos são muito aborrecidos e o público obviamente não se interessa, mas isso não implica que os jornalistas não compreendam esses processos para divulgarem as suas histórias da forma mais fiel aos factos e que incluam os resultados negativos.

Holger Wormer, professor de jornalismo de Ciência da Universidade de Dortmund na Alemanha, estima que apenas uma em cinquenta descobertas científicas noticiadas é realmente uma descoberta.

 

A ler o artigo completo no SciDev

h1

Histórias de Ciência 2007 – TOP 25

19 Janeiro 2008

 

 

 

Top 25 Science Stories of 2007

 

 

h1

Ainda a Comunicação da Biotecnologia

2 Novembro 2007

 

Precisa a Biotecnologia de ser popularizada?

Continuando ainda no assunto do post anterior,
recomenda-se a leitura do texto de Filipa Ribeiro no Edit on Web
com referências a autores de textos
do número especial Talking Biotec
do Biotechnology Journal

 

h1

Revista – Conversando Biotecnologia

31 Outubro 2007

Revista – Talking Biotech

A palavra Biotecnologia provoca uma série de emoções, desde o deslumbramento até ao medo e à hostilidade. As pessoas compreendem facilmente a utilidade das biotecnologias aplicadas à saúde, muito próximas de cada um de nós. A percepção da sua importância parece ser imediata. Já com os mesmos tipos de tecnologias aplicadas na agricultura e na alimentação não se passa o mesmo. Mas, por exemplo, muitos dos queijos e iogurtes saborosos de que usufruimos hoje dependem das tecnologias biológicas.

Não faltam mitos disseminados por aí sem qualquer tipo de pudor por pessoas com responsabilidades públicas. Existe um enorme desconhecimento e o debate racional não tem muitas vezes lugar. Como qualquer tecnologia, a biotecnologia pode ser aplicada com boas ou más intenções. Existem riscos e benefícios que devem ser tidos em consideração quando se opta pela sua utilização. O desconhecimento do público – de todos os públicos – é generalizado e as consequências podem originar o não aproveitamento de vantagens para as pessoas e para o ambiente.

O Biotechnology Journal lançou um número intitulado “Conversando Biotecnologia” que tem diversos artigos disponíveis gratuitamente e que foca temas como a comunicação da biotecnologia e as dificuldades de comunicar com o público sobre a tecnologia de engenharia genética, mais conhecida pelo grande público pela produção de organismos geneticamente modificados. São também abordadas questões de bioética e de propriedade intelectual, entre outras.

h1

Salvação do Jornalismo Científico pelos Blogs?

20 Outubro 2007

 

 

 

Can science blogs save science journalism?

Um painel de jornalistas e cientistas discutiram os desafios dos media
face ao jornalismo de ciência.
Que soluções podem nascer a partir das comunidades de ciência on-line?

 

 

 

 

h1

Canal bq nº4 – Avaliação de Ciência

8 Outubro 2007

 

Revista Canal bq Nº4
Avaliação de Ciência