Archive for the ‘Ciência e Decisão Política’ Category

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Comunicação, Jornalismo e C&T – Setembro 2008

21 Outubro 2008

Sugestões de Leitura
Comunicação, Jornalismo e C&T

Setembro de 2008
  • Survey backs ‘intermediaries’ in science communication
    An international survey of more than 600 individuals engaged in integrating science into development policy has endorsed the role of “intermediary” organisations in enhancing communication between the scientific and policymaking communities.
  • Nuevo libro sobre periodismo científico en América Latina
    Se encuentra disponible el libro que compila las Memorias de las “Jornadas Iberoaméricanas sobre la Ciencia en los medios masivos: Los desafíos y la evaluación del periodismo científico en Iberoamérica”, realizadas en Santa Cruz de la Sierra (Bolivia), entre el 30 de Julio y el 3 de Agosto de 2007.
  • Regional journals can boost science capacity
    Regional journals are essential for building science capacity in the developing world, says Wieland Gevers. Building significant and sustainable science capacity in developing countries is an agenda that enjoys wide support. But how best to achieve it is still open to debate.
  • Lawmakers need good scientific information too
    Getting science into policymaking is challenging — but a recent workshop for African parliamentary researchers suggested new ways forward. Fidel Ayogu, a former member of the Nigerian Parliament, vividly remembers the day that money allocated by the government to build a new water supply to his constituency ran out — with the only half the work completed. The reason, he says, was simple.
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Natureza e Sociedade: Balanço e Novas Opções para Portugal

21 Outubro 2008

  

Natureza e Sociedade: Balanço e Novas Opções para Portugal

4 e 5 de Dezembro de 2008

A conferência é promovida pela LPN – Liga para a Protecção da Natureza com o objectivo de promover um balanço dos resultados obtidos e perspectivar o futuro da Conservação da Natureza e Biodiversidade em Portugal.

Público-alvo

  • Organizações e indivíduos interessados na temática do ambiente que lidam directa ou indirectamente com as questões da Conservação da Natureza e da Biodiversidade.
  • Administração pública
  • Organizações Não Governamentais 
  • Associações profissionais
  • Empresas
  • Media
  • Universidades e Centro de Investigação; P
  • Professores do Ensino Secundário
  • Estudantes
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Colóquio – Redesenhando a vida humana: reprodução medicamente assistida, células estaminais e genética

6 Maio 2008

Colóquio
Redesenhando a vida humana:
reprodução medicamente assistida, células estaminais e genética

13 de Maio de 2008, 15:30, Fundação Calouste Gulbenkian

A terceira sessão tem como objectivo discutir de que modo novas tecnologias poderão afectar o modo como se define um ser humano e quais as intervenções que é lícito permitir em termos de património genético e medicina regenerativa.

Os oradores convidados da terceira sessão são:
Scott Gilbert (Swarthmore College, Pennsylvania, EUA)
Rayna Rapp (New York University, EUA)
Guido Van Steendam (Universidade Católica de Leuven, Bélgica)
Sarah Franklin (BIOS, London School of Economics, Reino Unido)
Evelyn Fox Keller (Massachusetts Institute of Technology, EUA)
Peter Taylor (University of Massachusetts, Boston, EUA)

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Indicadores 2008 para C&T

17 Janeiro 2008

 

 

Indicadores de Ciência e Tecnologia 2008
Inclui informação relativa aos EUA e ao nível internacional

 

Destaque para o Capítulo 7:

Science and Technology: Public Attitudes and Understanding

e para a secção “Atitude do Público sobre temas específicos de C&T “:

    • Ambiente e Alterações Climáticas
    • Biotecnologia e Aplicações Médicas
    • Organismos Geneticamente Modificados
    • Nanotecnologia
    • Células Estaminais e Clonagem Humana

     

    Daqui

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    Políticos ignoram dados científicos

    6 Novembro 2007

    Aliás, a minha opinião pessoal é que melhor dizendo os políticos, uma vez que são no geral bastante ignorantes, tratam de desprezar demasiadas vezes os dados científicos porque não sabem o que fazer com esses dados, mesmo que sejam interpretados e comunicados por fontes diferentes) e não confiam assim tanto na comunidade científica (texto adicionado posteriormente à publicação deste post).

    Adiante que neste blogue não interessa muito a minha opinião. Voltemos aos factos… científicos:

    Segundo um relatório publicado pela associação sueca Vetenskap & Allmänhet, dedicada a promover o diálogo e a confiança entre o público e a comunidade científica, os políticos acreditam na investigação científica e confiam nos investigadores, mas não utilizam dados científicos importantes adquiridos nos novos estudos de investigação de medicina, tecnologia e ciências naturais.

    Paradoxalmente, de acordo com as entrevistas realizadas pela dita associação, os mesmo políticos que dizem que estes são os três campos científicos mais influentes para o desenvolvimento social.

    Este drama pode ocorrer pelo facto dos políticos terem na sua maioria formação nas áreas das humanidades e ciências sociais e que por isso têm mais dificuldade em compreender a informação das ciências ditas exactas e biológicas.

    O estudo realizado sugere que investigadores e políticos podem compreender-se mutuamente se tiverem mais oportunidades de contactarem, dialogarem e encontrarem formas de partilharem informação.

     

    Mais informação

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    Ainda a Comunicação da Biotecnologia

    2 Novembro 2007

     

    Precisa a Biotecnologia de ser popularizada?

    Continuando ainda no assunto do post anterior,
    recomenda-se a leitura do texto de Filipa Ribeiro no Edit on Web
    com referências a autores de textos
    do número especial Talking Biotec
    do Biotechnology Journal

     

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    Revista – Conversando Biotecnologia

    31 Outubro 2007

    Revista – Talking Biotech

    A palavra Biotecnologia provoca uma série de emoções, desde o deslumbramento até ao medo e à hostilidade. As pessoas compreendem facilmente a utilidade das biotecnologias aplicadas à saúde, muito próximas de cada um de nós. A percepção da sua importância parece ser imediata. Já com os mesmos tipos de tecnologias aplicadas na agricultura e na alimentação não se passa o mesmo. Mas, por exemplo, muitos dos queijos e iogurtes saborosos de que usufruimos hoje dependem das tecnologias biológicas.

    Não faltam mitos disseminados por aí sem qualquer tipo de pudor por pessoas com responsabilidades públicas. Existe um enorme desconhecimento e o debate racional não tem muitas vezes lugar. Como qualquer tecnologia, a biotecnologia pode ser aplicada com boas ou más intenções. Existem riscos e benefícios que devem ser tidos em consideração quando se opta pela sua utilização. O desconhecimento do público – de todos os públicos – é generalizado e as consequências podem originar o não aproveitamento de vantagens para as pessoas e para o ambiente.

    O Biotechnology Journal lançou um número intitulado “Conversando Biotecnologia” que tem diversos artigos disponíveis gratuitamente e que foca temas como a comunicação da biotecnologia e as dificuldades de comunicar com o público sobre a tecnologia de engenharia genética, mais conhecida pelo grande público pela produção de organismos geneticamente modificados. São também abordadas questões de bioética e de propriedade intelectual, entre outras.