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Dificuldade e relavância do Jornalismo Científico num mundo de extremos

3 Agosto 2007

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A relevância do trabalho dos jornalistas de ciência e tecnologia nos países em desenvolvimento foi bem explícita durante o Congresso Mundial de Jornalistas de Ciência, realizado em Melbourne, na Austrália. Apesar das dificuldades sentidas pelos profissionais que se dedicam a questões como a sida, as alterações climáticas, o acesso a medicamentos, ou a biotecnologia aplicada à agricultura, o seu trabalho tem uma importância cada vez maior na cena política internacional.

Chris Mooney escreveu um artigo na Seed – Extremophile Journalism – que chama a atenção para as dificuldades da logística mais básica do trabalho jornalístico em África, ou na Ásia, e o seu papel fundamental no confronto com os governos corruptos e déspotas.

Uma das situações relatadas é o investimento [escandaloso] desses governos em mega-projectos carismáticos, como programas espaciais e nucleares, não dando prioridade à investigação para a saúde que tem o maior interesse para a população em geral.

Mooney diz que saiu do Congresso com a sensação profunda de que as políticas e as questões científicas são cada vez mais importantes no mundo actual. Frizou a necessidade de investir para ajudar os jornalistas a realizarem o seu trabalho nesses países. Mas não só. Não vale a pena investir na formação desses profissionais se a mentalidade dos editores e dos proprietários dos media não mudar.

Mais informações
Congresso Mundial de Jornalistas de Ciência

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