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Tais células, tais fábricas – A analogia na comunicação de ciência

5 Julho 2007

Em 1901, Franz Hofmeister comparou a célula a uma fábrica, capaz de receber matérias-primas e convertê-las em produtos necessários à vida; chegou mesmo a sugerir que as subunidades das células, que foram identificadas com o microscópio, podem ser responsáveis por tipos específicos de reacções.

A analogia manteve-se ao longo de um século de descobertas acerca das funções das moléculas. As proteínas foram descritas como “moléculas operárias” e os processos químicos como “linhas de montagem”. No entanto, ao contrário de uma fábrica de automóveis, onde as máquinas se mantêm aparafusadas ao pavimento e apenas são substituídas quando aparecem novos modelos, a célula reequipa-se continuamente a ela própria. As proteínas são simultaneamente operários e componentes de robots complicados que são continuamente montados e substituidos; muitas vezes, a mesma molécula pode aparecer em várias máquinas.

 

A utilização de analogias no seu melhor num artigo do investigador Russ Hodge da revista Science in School:

O proteoma da levedura: reequipando a fábrica

 

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