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Portugal terá a maior central solar do mundo

3 Maio 2006

:: Portugal terá a maior central solar do mundo ::
.: Diz-se no EcoDebate :.

 

Acabei de descobrir outro novo blogue sobre ambiente, o EcoDebate, e com ele uma notícia, que a ser verdade seria assim à partida (isto é, sem grande reflexão) mais uma óptima solução para a triste ideia da suposta necessidade da tal Central Nuclear que o sr. Patrick Monteiro de Barros nos quer impingir e que o sr. Sócrates está desertinho para concordar – espero estar tão enganada…

Diz Tânia Gomes da Silva que "Portugal terá a maior central solar do mundo!" e que irá ser criada por uma empresa americana em Serpa.

Apesar de parecer uma boa noticia, preocupa-me este tipo de construções. É que a energia fotovoltaica não é para ser produzida em centrais construídas propositadamente, mas através da aplicação de células fotovoltaicas, por exemplo, em edifícios. Este tipo de aplicação evita a construção de novos espaços, que originam a destroição de zonas florestais, agrícolas ou outras. Esta tecnologia é excelente para o (re)aproveitamento de espaços livres nas edificações.

Vamos ver se não se continuará a promover disparates e a cometer erros de imcompetência política.

Rita Caré

 

One comment

  1. [ para começar: é uma excelente ideia ter um site deste tipo ]
    Concordo com a aplicação em edifícios, embora a capacidade total pouco mais dê que para as lâmpadas de corredor, mas enfim … ganho é ganho.
    Julgo que a questão da ocupação dos solos com paineis que passarão a fazer sombra onde hoje não existe, deverá ser também apreciada noutras vertentes.
    Em primeiro lugar, o projecto fala em Alentejo – onde há demasiado sol e pouca vegetação – podendo até chegar-se à conclusão que pode até ser bom, dado o solo passar a ser menos esforçado em termos térmicos.
    Depois, o impacto, ainda que exista sempre, em solos que hoje não dão mais que “torrões secos”, não será um problema ambientável assinalável.
    Todas as soluções terão as suas vantagens e inconvenientes. Aguardamos que os decisores se informem adequadamente sobre elas e que as tenham em conta quando legislam. É para isso que são pagos. É isso que lhes deverá ser exigido.
    Mas não esperemos soluções miraculosas. A única que conheço é a transformação de todos os aviões, navios, automóveis do Mundo em sucata, idem de todas as máquinas fabris, idem …, idem … Só bois+arados, enxadas, bicicletas, trotinetas e sapatos sobreviveriam. Aí o CO2 baixava, os NOx baixavam, o ozono melhorava, … Mas parece que quase ninguém está com vontade de aceitar um tão elevado desconforto. Nem sequer os mais acérrimos ambientalistas (sem ironia – mas se nem eles … como será com os outros?)
    [ boa sorte para o site ]



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