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Publicação “Profissão: Cientista” disponível on-line

14 Janeiro 2006

:: Publicação "Profissão: Cientista" disponível on-line ::

 

A Associação Viver a Ciência publicou o caderno "Profissão: Cientista – Retratos de uma geração em trânsito", que foi distríbuida gratuitamente com o jornal Público, no final de Novembro de 2005. Com o objectivo de promover o trabalho científico feito por portugueses, a Viver a Ciência disponibiliza agora o PDF do caderno no seu website e a tradução dos conteúdos para Inglês.

  • Ana Rodrigues – UM PLANETA PARA TODOS
  • Alexandre Correia – NA PRAIA, EM VÉNUS
  • Gabriela Gomes – A MATEMÁTICA NA LUTA CONTRA AS INFECÇÕES
  • João Coutinho – DO FUNDO DO MAR
  • Isabel Palmeirim – O RELÓGIO
  • Luís Oliveira Silva – O QUARTO ESTADO DA MATÉRIA
  • Helder Maiato – O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO
  • Miguel Sousa Costa – BIG? BANG. BURACOS NEGROS!
  • Rui Loja Fernandes – O ARTISTA SOLITÁRIO
  • Patrícia Beldade – GENES E ASAS DE BORBOLETA
  • Susana Lima – MOSCAS OBEDIENTES
  • Ana Cannas da Silva – AGARRANDO O ESPAÇO
  • Miguel Remondes – OS CAMINHOS DA MEMÓRIA
  • Miguel Castanho – PARA LÁ DO VISÍVEL

Acerca dos cientistas portugueses, Carlos Fiolhais, Físico da Universidade de Coimbra e divulgador de ciência, diz no prefácio :

A jovem “Associação Viver a Ciência” (com apenas um ano mas a quem se augura um longo e brilhante futuro) fez por isso muito bem em ter escolhido catorze jovens cientistas portugueses para apresentar o que de melhor, de mais criativo e inovador, se faz na ciência portuguesa. Trata-se apenas de alguns exemplos porque vários outros, nas disciplinas escolhidas ou noutras, poderiam ter surgido.

O principal recurso de um país em busca do desenvolvimento é a sua massa cinzenta. Felizmente, como mostra este caderno, isso não nos falta. Falta-nos acarinhá-la mais. Temos de dar a estes e a outros jovens as oportunidades e os meios que eles claramente merecem. Nos dias de hoje, em que a riqueza provém do conhecimento, incentivar e apoiar a profissão de cientista é uma obrigação nacional. A ciência poderá ser cara, mas a ausência de ciência é muito mais cara. Atrasar ou interromper o caminho que estes jovens estão a traçar significaria atrasar ou interromper o futuro. Eles estão em trânsito – e nós com eles – em direcção ao futuro.

Rita Caré
14 Jan 2006

Fonte da Imagem: Associação Viver a Ciência

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