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Mais Conhecimento no “Caminhos” com Bárbara Vale-Frias

11 Dezembro 2005
:: Mais Conhecimento no “Caminhos” com Bárbara Vale-Frias ::
O projecto “Caminhos do Conhecimento” conta a partir de hoje com a colaboração de Bárbara Vale-Frias, 31 anos, professora e formadora de Química e áreas afins.

O ensino “piscou-lhe o olho” muito cedo e desde a primária que quis ser professora. Influenciada, por professores do Ensino Secundário, seguiu a licenciatura de Química Aplicada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Tem, por isso, preferência por esta área da ciência. “Durante alguns anos achei que seria professora de Matemática mas depois, no 8º ano, lá me apaixonei pelas reacções químicas!”, confessa. “Adoro ser professora”.

A Bárbara tem uma paixão pela leitura e começou a fazê-lo muito nova: “Lembro-me de ter 3 anos e de passar horas a folhear livros sem perceber nada do que lá estava escrito… só pelo prazer de imitar os meus pais e avós”. Gosta de ler romances, principalmente dos que são baseados em factos verídicos, alguns policiais e livros de divulgação científica. Nas suas preferências estão também incluídos livros técnicos, apesar de nunca os ler nos tempos livres. Reserva-lhes momentos de leitura específicos, de maior concentração, já que “são encarados como trabalho”, diz convicta.

Para além do gosto pela leitura, a Bárbara tem uma enorme paixão pela escrita e como tal tem um blogue, o “Sublimações”, onde escreve histórias extraordinárias do quotidiano, onde não faltam grandes emoções. Alguns textos chegam a ser hilariantes!

.: Porquê colaborar no Caminhos do Conhecimento? :.

Conhecendo alguns dos seus posts e a sua qualidade, o seu gosto pela escrita e por tudo o que a faz pensar, convenci-a a escrever sobre “Ideias em Ciência, Tecnologia e Ambiente” no “Caminhos do Conhecimento”.
Apesar de não nos conhecermos pessoalmente – vicissitudes da Internet -, a Bárbara aceitou o convite e explica os motivos: “Gostei muito do projecto desde o momento em que me foi apresentado. Acredito que há mercado para a divulgação científica em Portugal… mas falta criar essa necessidade na comunidade. Revistas como a SuperInteressante e a Quo vieram no bom sentido, mas falta ainda um caminho muito grande a percorrer. Assim, o “Caminhos” surgiu como uma porta aberta à ciência, como um convite ao conhecimento num suporte muito interessante e cada vez mais explorado: a net!”

No seu primeiro post, divulgará o trabalho de uma cientista portuguesa que faz investigação no estrangeiro. A Bárbara explica que escolheu esta abordagem, porque lhe custa ver os nossos licenciados partirem e brilharem lá fora, sem que Portugal dê o devido valor ao seu trabalho, desenvolvido muitas vezes sob pressões enormes, num local distante da família, dos amigos e da terra que os viu nascer.

Rita Caré
11 Dez 2005

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